Já pensou se a moda pega?!
Torcedor de Moçambique é apedrejado por comemorar golJá estou imaginando o que vai ser do Maracanã no dia que a moda chegar a um Flamengo x Vasco...
Apesar dos pesares...
... não consigo não me sentir feliz de poder voltar a acessar o webmail da EDS... é estranho, mas eu me sinto em casa nessa porra dessa empresa!
Novas novas* !
(* referência a uma fala recorrente do Tom Cruise em "Colateral". No original: "New news")Eita, que a frequência de atualizações disso aqui tá melhorando, rapaz! Apenas nove míseros dias após o último post!Então, o papa esteve aí, foi embora, Branquinha fez exame, já ficou boa, a perna da Alê também tá melhor... então, tudo andando bem!Voltei pra EDS... e ainda não consegui me conformar de terem me roubado o aumento que eu merecia... a bem da verdade, pra mim, não era nem aumento. Era uma equiparação salarial. E isso me desestimula... me faz ter vontade de sair na próxima oportunidade... O meu projeto novo é legal. Não é tecnologia de ponta, é um J2EE básico mas até bem arrumadinho. Se eu pudesse escrever os casos de uso, ficava melhor ainda. Vou poder aprender um bocado com o pessoal de cima, isso é certo. Tenho ido trabalhar numa boa, o que já é um salto enorme de qualidade em comparação às longas noites que antecipavam cada dia de trabalho em Niterói, tentando alongar ao máximo a distância para o próximo dia de trabalho. Mas me falta um pedaço da alma, ou algo do tipo. Não sei definir. Eu sinto um buraco no peito. Talvez seja o pedaço que me foi arrancado pela facada nas costas (ou no peito mesmo) pelo cancelamento do meu aumento. Aceitei por gostar da empresa e por achar que aprenderia mais ficando lá por mais uma temporada. Mas esse golpe doeu. Muito.Enfim, talvez essa dor não seja só isso.Eu me sinto mal em ver esse puto ir embora e ver que o tempo passou tão rápido. Me sinto mal por achar que poderíamos ter saído mais, conversado mais, feito qualquer coisa a mais e não fizemos. Fico me sentindo em falta com ele. Talvez eu não devesse me sentir assim, mas prefiro atender aos meus instintos de querer ver bem os meus amigos do que ignorar e fingir que sou diferente, ou igual a todo mundo. Se é que todo mundo ignora coisas desse tipo. Eu acho que tô ficando meio viado, pois a cada vez que esse puto chega, meu coração pula de alegria. E a cada vez que ele se vai, parte meu coração. Definitivamente, eu tô ficando meio viado....Não dublamos a sociedade da panela, não andamos de kart, não fomos a Cadeg... fomos a praia, pelo menos isso! Mas tanta coisa pra se fazer e quase nada foi feito... A sensação é quase igual a última noite do último final de semana em Rio das Ostras antes de voltar pra escola e pro frio de Friburgo, com a diferença que em Rio das Ostras eu tinha a consciência tranquila de ter feito tudo que estava a fim. Por que tudo acontece assim? Por que vivemos tão pouco? Por que supervalorizamos tanto o trabalho? O trabalho dignifica o homem, mas de que adianta ser um digno vegetal?Às vezes eu queria parar de pensar, pra parar de sofrer. Morrer, inúmeras vezes, também uma bela solução. Eu ia fazer algumas pessoas sofrer. Pena que ainda não tá na minha hora. Uma vez na vida eu ia me permitir ser egoísta e colocar minha vontade em primeiro lugar pra finalmente parar de sofrer por pensar demais. Mas aí também, de que adiantaria? Na primeira lágrima a rolar, eu passaria a sofrer junto, por saber ser eu o seu responsável...Que merda, de qualquer maneira eu me fodo!Eu tinha me comprometido a não usar mais esse blog para textos intimistas no sentido depressivo, para não encher o saco de vocês, pobres dois leitores. Saber que você nem lembrava mais qual o meu estilo de escrever doeu um bocado. Eu também queria só escrever quanto estou feliz e criativo. Mas já ouviram falar que a gente só lembra dos amigos quando precisa de um ombro amigo? Então, pelo menos desse fardo o blog os livra!Agora, deixa eu cuidar da minha Branquinha que tá toda encolhidinha carente de atenção, me esperando com mais paciência do que devia, desnaturado que sou.E no próximo post prometo escrever algo mais pra cima. Hooray!
Ó querida, ó querida...
Caralho, não parece a velha surda, da Praça É Nossa?
Ó querida, ó querida, ó queriiiiiiiiiiiiiiiiida Clementina...