Festa
(@Robbie: humor meio barro meio tijolo, um bom dia pra postar!)
Desde outubro, com a morte da minha avó, tem sido tempo, pra mim, de reflexões sobre família e amigos. Sobre a importância dada a cada um e o retorno desse investimento de tempo e emoção. Cheguei a conclusões importantes que culminaram com os convites para a comemoração do meu aniversário em casa.
(Antes de entrar no assunto, nota mental para 2012: esse modelo de festa de comes e bebes aqui em casa tá esgotado, não tá mais com nada, ninguém se divertiu. Pensar em algo mais divertido para 2012)
Eu já previra que não seria a festa mais divertida que eu já ofereci na minha vida, mas cumpriu seu propósito: me proporcionar a sensação de estar em família. Alguns dos convidados não puderam estar presentes, por motivos diversos, mas isso faz parte. Apesar disso, ninguém compareceu só pra constar, acho que os que estavam aqui gostaram de estar aqui. A casa tinha as pessoas de sempre, pessoas que vieram pela primeira vez, pessoas que não via há muito tempo, crianças correndo, a música (eu acho que) estava legal, a comida estava muito boa, de maneira geral, acho que foi bom.
Meu afilhado fez falta. Conversar com o Diego e dar umas porradas no Pedro aliviaram um pouco o aperto. Assistir meu pai sorrindo vendo as fotos que eu escolhi pra passar na TV não teve preço (nota mental: mais fotos antigas!).
Viver é aprender, e a transição 2010-2011 foi muito rica em aprendizado. E se guardei alguma coisa, foi que devo tomar mais cuidado no cultivo do meu maior bem: minha família, da qual vocês, 4 leitores, fazem parte.
Obrigado por terem participado, de alguma maneira, das últimas 3 décadas do meu mundo. E por me deixar participar dos mundos de vocês.




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